PLANTAS DE CASA

Formas na versão do utilizador de observar e cuidar de plantas de interior.

Diversos assuntos serão abordados neste blogue destinado a todos os que gostam de plantas e que somente possuem uma pequena varanda ou o espaço interno da casa para as colocar.

De uma forma simples, irei revelando pequenas dicas e conselhos sobre como desfrutar melhor das mesmas pela auto experiencia e observação de resultados de outras pessoas que jamais compraram um livro de plantas ou de jardinagem.

Por todo este blogue é possivel tambem encontrar outros textos relacionados com plantas e links direcionados a outras paginas de grande interesse sobre este assunto, visita-os para informações adicionais!...




EEem.

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07/11/10

SARRACENIA

Sarracenia
Familia: Sarraceniaceae
Origem: América do Norte
Tipo Armadilha: Passiva
Dimensão: de 10cm a 1m
Temp:18-35ºC (Verão) -5 15ºC(inverno)
Substracto: 70% Turfa, 30% areia
Luz: Directa (mesmo no verão)
Humidade: 60-80%
Dificuldade: Fácil

Espécies em destaque
Sarracenia purpurea
Uma das plantas mas apreciadas em cultura, tanto por ser fácil de manter como pela sua beleza. As Sarracenias contam com muitas espécies, desde pequenas plantas com 10cm como a Sarracenia Purpura ou de dimensões razoáveis (1m), com "urnas" semelhantes a flores (também faz parte da atracção da carnivora) como a Sarracenia Flava.


O seu habitat é a América do Norte, desde florida até o Canada. Existem portanto espécies perfeitamente adaptadas a climas sub tropicais e outras as rudes condições do Inverno. Planta muito resistente, colocada em muitos casos, no jardim (com solo preparado).
Oficialmente estão catalogadas Sarracenia alata, minor, flava,psittacina purpurea, leucophylla, rósea, e rubra. Distinguem se pela forma, cor e dimensão da urna. No entanto, todas têm o mesmo tipo de flor característica.

Tribos de índios guardavam água nos reservatórios das grandes sarracenias durante o Inverno.

Plantas Vivaças com um rizoma forte e poucas raízes. E do rizoma que a planta desenvolve as suas folhas características, em ramo. As folhas evoluíram até a forma de urna de 10cm a 1m segundo as espécies.



A flor de 5 a 8 cm de diâmetro com 5 pétalas é de uma beleza rara, com cores diversas conforme a espécie. A flor exala um perfume agradável, mais intenso ao meio dia. O odor destina-se a atrair os insectos polinizadores. O pistilo em forma de guarda-chuva, não permite a "auto fecundação". Somente os insectos são capazes que fecundar a planta, trazendo o pólen de outra.

Esta polinização originou diversos híbridos naturais. A primavera é a época onde as flores se desenvolvem, antes da planta formar novas urnas. Não vá a planta comer os insectos que necessita para se reproduzir, a natureza faz bem as coisas :) Apenas ficam as urnas do ano anterior, já inutilizadas (e por vezes nem essas se o Inverno for rigoroso).


Como apanha as presas
Um dos "sistemas" mais utilizados pelas carnivoras, uma urna com líquido afoga os insectos que caiem devido aos pelos que a planta coloca virados para baixo.
A maioria das espécies da Sarracenia apanha insectos voadores, moscas, mosquitos, abelhas e vespas. A Sarracenia minor tem uma dieta constituída por formigas e a Sarracenia psittacina está especialista em larvas aquáticas de mosquitos.

As presas são atraídas pelas cores do topo das folhas e quando os insectos está mais perto é atraído pelo odor criados pelas glândulas nectaríferas na face interior da folha ou no bordo da urna.

A folha que recobre a urna é um excelente guarda-chuva, evitando a diluição do líquido do interior por parte da chuva. A Sarracenia purpurea que produz poucas enzimas digestivas, tem esse guarda-chuva pouco desenvolvido. Ao contrário, a Sarracenia flava reduz a entrada da urna ao máximo, protegendo as suas enzimas digestivas da chuva.

O néctar da Sarracenia tem um efeito narcótico para os insectos, contem um alcalóide (coniine). Paralisa o sistema nervoso dos insectos e o sistema respiratório. Numa pequena concentração, como a que encontramos na plantas, permite forçar os insectos a cair no líquido, perdendo o equilíbrio. Os pelos virados para baixo ajudam a planta a forçar os insectos a cair e dificulta a subida.
A Sarracenia é terrivelmente eficaz na captura de insectos, não é raro ver a urna cheia de insectos mortos durante o verão.

Não é necessário "dar" insectos à planta, ela irá apanhar mais do que necessita sozinha. Se a planta não conseguir digerir todos os insectos que apanha, a base da urna irá começar a ficar de cor negra. Corte essa folha, fungos microscópicos já começaram a atacar a folha. Assim não permite que eles ataquem toda a planta.

Manter e multiplicar
A Sarracenia é uma óptima planta para iniciar a cultura de plantas carnívoras. No exterior não utilize esfagno, visto os pássaros adoram ir recolher o musgo para fazer os seus ninhos. Utilize umas mistura de 70% turfa e 30% areia (quartzo). Mas em casa, num vaso, o esfagno é ideal em 50% com 30% de turfa e 20% perlite.

A humidade é importante para estas plantas, se a temperatura for superior a 25º deixe o vaso "empapado" com água. De Abril a Outubro, coloque a Sarracenia a planta necessita de muita água para se desenvolver perfeitamente.
Muitas destas espécies coabitam com a Dionaea e o sol directo é importante. Não tendo qualquer problema com altas temperaturas (cuidado com a água).

Estas plantas têm um repouso invernal. As espécies sub tropicais como a oreophila, psittacina e flava só abrandam crescimento, criando algumas folhas "não carnívoras". Coloque as plantas com temperaturas entre 10 e 15º. As Sarracenias mais setentrionais têm uma pausa absoluta de crescimento. Sarracenia purpurea resiste a -10º, pode deixar a planta no exterior todo o ano.

A sua multiplicação é relativamente fácil, retirando uma parte do rizoma (corte pedaços com uma raiz). Semear também é um bom método, coloque as semente a germinar em Fevereiro/Março.

imagens da sarrecenia
 


RORIDULA

Roridula
Familia: Roridulaceae
Origem: África do Sul
Tipo Armadilha: Simbiotico
Dimensão: de 30 a 40cm
Temp: 18-30ºC (Verão) 5-15ºC(inverno)
Substracto: 70% de turfa e 30% de Areia
Luz: Directa
Humidade: 50-65%
Dificuldade: Fácil

A Roridula é uma planta sul-africana, que vive em solos arenosos ao norte da região do Cabo. Com um aspecto vivace semelhante a um arbusto semelhante à drosophylle. Com folha finas e estiradas. Com flores semelhantes a espigas rosas ou brancas de 3cm de diâmetro.

Como apanha as presas

A roridula é capaz de apanhar os insectos com pelos situados nas folhas. Esses pelos, semelhantes aos das Droseras, "fabricam" uma espécie de resina que prende os insectos às folhas.

A Roridula não consegue assimilar os insectos e também não conseguem aproveitar a decomposição dos insectos, como algumas plantas carnívoras.

Então como aproveitam os insectos?




Esta planta carnivoras tem uma característica incrível, vive em simbiose com um insecto! Uma pulga (Pamerida marlothi) cola-se nas folhas e alimenta-se dos insectos que a planta apanha. São os excrementos dessa pulga que a planta aproveita como alimento! Esta característica é realmente incrível e única nas plantas.

Em termos práticos esta planta "mata" uns insectos para poder alimentar outros.
Em casa esta planta Carnivora que pode ser pulverizada ocasionalmente com adubo para orquídeas em diluição propria. Planta rara em cultivo domestico por causa da simbiose acima descrita.

23/02/09

UTRICULARIA

Biotipo
Familia:Lentibulariaceae
Origem:os 5 continentes
Tipo Armadilha:activo
Dimensão:de 10cm a 1m
Temp:20-30ºC (Verão) 2-10ºC(inverno)
Substracto: água (um pouco ácida)
Luz:Meia luz
Humidade:100%
Dificuldade:Fácil (conhecimentos em aquariofilia)

Existem algumas espécies terrestres, mas na sua grande maioria esta planta carnivora é aquática ou semi-aquática.
O nome utricularia vem do latim utriculus, pequena garrafa. As utricularias aquaticas são semelhantes a uma massa de filamentosa que pode atingir vários metros. Com folha filiformes onde dispõe as armadilhas. No Inverno a planta para o seu crescimento e passa à forma de hibernagem, um espécies de tubérculo que lhe permite resistir ao frio.

Como captura as presas
Esta é a planta mais "rápida" de todas. Dispõe de várias armadilhas em forma de bolhas. Estas "bolhas" ovais de 2 a 4mm, translúcidas estão fechadas por um mecanismo engenhoso.



Com dois pelos sensíveis ao toque, a planta aspira qualquer inserto (larva de mosquito por exemplo) se este tocar nos pelos.
O interior da bolha esta em vácuo, quando o insecto toca no pelo e a planta faz abrir a bolha, o insecto é brutalmente aspirado, com uma incrível rapidez. A bolha é fechada novamente e a planta digere a presa. Depois de 1 a 2 dias (algumas plantas conseguem digerir em algumas horas), a planta cria novamente vácuo e a armadilha está de novo pronta.



As plantas em cultura apresentam um floração espectacular, uma das carnivoras mais bonitas, comparável à pinguicula. Muitas vezes cultivada pela sua beleza, sobretudo as semi-aquáticas ou terrestres.

22/02/09

DROSERA

Biotipo
Drosera (adelae, burmanii, aliciae, binata, collinsiae, spathulata, schizandra)
Familia:Droseraceae
Origem:os 5 continentes
Tipo Armadilha:semi-activo
Dimensão:de 1cm a 1m
Temp:18-35ºC (Verão) 5-16ºC(inverno)
Substracto: 75% turfa e 25% areia
Luz:directa (indirecta no verão)
Humidade:70-85%
Dificuldade:Delicado dependendo das espécies

As Droseras estão presentes em todos os continentes (menos a Antártida) mas a grande maioria vive no hemisfério sul.
A grande parte das espécies vive em lugares húmidos. O género Drosera apresenta uma grande variedade de formas, com folhas redondas ou filiformes, simples ou divididas. Encontramos plantas muito diversificadas, em alguns casos podendo atingir 1m de altura (Drosera gigantea) e em outros somente 1cm (Drosera pygmaea).

As Droseras partilham todas a disposição de "pelos" nas folhas que segregam uma substancia viscosa e brilhante ao sol. Essa substância é utilizada na captura e atracção das presas.

O nome de Drosera vem do grego Droseros que significa "recoberta de orvalho", fazendo alusão as gotículas que a planta segrega.

Como apanha as presas
Essas gotículas são muito atractivas para os insectos, os reflexos do sol nessas gotas simula o orvalho e atrai os insectos na sua busca de água em dias quentes.
Os insectos ao pousarem na folha são imediatamente presos por essa substância que os enganou de início. Ao tentar fugir, só pioram a situação. Os insectos são recobertos do "muco transparente" e os movimentos estimulam a planta a inclinar os tentáculos circundantes a se aproximarem do insecto.
A planta acaba por envolver o insecto por completo e dando inicio o processo de digestão.

O movimento dos tentáculos movimentou o insecto para o centro da folha onde se encontram as glândulas que segregam o líquido digestivo. Esse líquido vai dissolver as partes "moles" do insecto para as transformar em substâncias nutritivas para a planta. As substâncias nutritivas são absorvidas pelos pêlos que não possuem gotículas.

Em algumas espécies podemos observar a planta que envolve o insecto por completo, aumentando a superfície para uma digestão mais rápida.
A velocidade deste movimento pode demorar entre 2 minutos a vários dias dependendo das espécies.
Uma vez o insecto assimilado, a folha pode demorar algumas semanas a voltar ao estado original.

Nunca vaporize a planta, as glândulas que segregam as gotículas são muito frágeis e são danificadas pela vaporização. Utilizar esfagno húmido é bastante benéfico para esta planta carnivora.

Os diferentes grupos
Os especialistas dividem estas Droseras em 4 grupos segundo as suas origens climáticas e especificidades. As Droseras de climas temperados ou climas tropicais, Tuberous Drosera e Drosera pygmaea.

As Drosera de climas Temperados
As principais espécies: Drosera aliciae, binta, brevifolia, burmanii, burkeana, filiformis, intermedia, regia e villosa. São plantas carnivoras que se caracterizam pela grande amplitude de temperatura que podem suportar. Encontramos também algumas espécies rústicas neste grupo.

Estas espécies não rústicas podem passar o Inverno numa varanda desde que a temperatura seja superior a 5ºC. A rega é reduzida ao mínimo e disponham de uma grande luminosidade. As plantas ganham ao serem colocadas no jardim, a meia-luz, a partide de Outubro.

As Drosera de climas tropicais
As principais espécies: Drosera adelae, affinis, burmanni, collinsiae, indica, madagascariensis, nidiformis, neocaledonica, prolifera, petiolaris e spathulata.
Vivem na sua maioria em África e Austrália (por vezes na Ásia). Todas apresentam um crescimento contínuo, característico das plantas tropicais. Algumas podem necessitar de uma época de repouso, o que corresponde à época de seca no seu habitat natural.

Estas plantas são cultivadas em terrarios porque necessitam de uma grande humidade, perto da saturação. Uma temperatura contante (24-25ºC, 20º de mínimo) também é benéfica para umas plantas saudáveis. Estas Droseras apreciam um substrato composto de 30% de areia, 30% de turfa e 40% de esfagno. A base dos vasos deve estar frequentemente com 1 a 2cm de água.

Drosera a tubérculos e Drosera pygmaea
As tuberous Drosera
As principais espécies; Drosera auriculata, andersoniana, bulbosa, gigantea, fimbriata, orbiculata, pallida e rosulata. São plantas carnivoras que se adaptaram a condições climáticas desfavoráveis em certos períodos de seca. Estas Droseras desenvouma técnica engenhosa. "Criam" um tubérculo que lhes permite sobreviver a esse período num estado de dormência

As espécies que desenvolveram os tubérculos são originárias de Austrália e algumas na Ásia subtropical. Estas plantas são portanto plantas carnivoras que se desenvolvem durante o Inverno e entram em período de dormência durante o verão. As raízes dessas droseras são finas, cobertas de numerosas raízes radiculares que lhes permite ir burcar o máximo de água possível. Estas plantas produzem geralmente grandes flores de cor rosa.



Para uma boa cultura dessas droseras a tubérculo é necessária a utilização de 75% de turfa e 25% de areia (um substrato clássico)
O repouso é vital para um desenvolvimento sáudável destas especies. No final da primavera, assim que observar uma diminuição do crescimento, deve tentar "secar" o substrato lentamente. A dificuldade no cultivo desta espécie é precisamente o "timing" que permite à planta entrar no estado de dormência. De notar que o substrato não deve ficar sem humidade, coloque o mesmo com 1 a 2cm de água uma vez por semana para não provocar a morte da planta.

As Drosera pygmaea
As principais espécies são: Drosera androsacea, drummondii, barbigera, ericksoniae, hyperostigma, leucoblasta, miniata, pygmaea, nitidula, occidentalis, pulchella, scorpioides entre outras. As Drosera pygmaea são originárias da Austrália, Tsmania e da nova Zelândia. São minúsculas plantas carnivoras que medem geralmente menos de 1Cm. Tem a característica de se desenvolveram durante o Inverno, semelhantes às de tubérculos.
São plantas que necessitam uma temperatura elevada durante o seu crescimento, mas não suportam mais de 5ºC durante a dormência. Utilize um substrato de esfagno e perlite ou turfa e areia.



DROSERA (RUSTICA)

Biotipo
Drosera (anglica, linearis, rotundifolia, capensis, corsica, beleziana e longifolia)
Familia:Droseraceae
Origem:Europa, EUA e África do Sul
Tipo Armadilha:Semi-activo
Dimensão:de 15 a 30cm
Temp:18-30ºC (Verão) 2-12ºC(inverno)
Substracto: 40% de turfa e 40% esfagno 20% perile
Luz:Directa (meia luz no pico do verão)
Humidade:60-70%
Dificuldade:Fácil, incluive ao esterior

Esta planta de aspecto magnífico (fotografada em "macro" ela mostra toda a sua beleza) e razoavelmente rústica pode sem dúvida ser uma boa planta de iniciação ao mundo das carnívoras. Planta que vive na companhia de esfagno no seu solo muito ácido e húmido.

Esta planta pode sobreviver a um Inverno mais rigoroso (sem gelo), utilizando um tubérculo que germina na primavera seguinte. Este hibernáculo, permite criar novas colónias na natureza. Formando-se no centro da roseta é constituído por folhar fechadas sobre elas mesmas criando um "bolbo".
A partir do momento em que se forma o hibernáculo deverá reduzir a rega de maneira a conservar o substrato somente húmido mas sem saturado de água, como é prática no verão.
Planta utilizada para fins medicinais, calmante, diurético e expectorante.

Se cultivar estas espécies mais rústicas em vasos, não as guarde dentro de casa durante o Inverno, utilize uma estufa-fria ou um local com temperatura entre 5 e 10ºC.

Como apanha as presas
O "funcionamento" das droseras idêntico entre todas as espécies. Elas dispõem de pelos cobertos de uma substância pegajosa. Ao sol estas gotículas pegajosas brilham como orvalho, os insectos à procura de água, deixam se enganar e posam na planta.
No preciso momento em que o insecto pousa na folha, esta "rola" sobre o insecto. Quanto mais o insecto se debater, mais a folha ou mesmo outras vizinhas que o insecto tenha também tocado ao debater-se, participam ao "afogamento" da presa.
As glândulas digestivas começam imediatamente o trabalho de decompor o insecto em substâncias nutritivas para a planta. A folha que prende o insecto dobra-se em caracol até levar o insecto para o centro da planta, onde é digerido. No centro da planta as substancia digestivas já activadas passam a digerir o insecto. Em várias espécies, as folhas enrolam o insecto totalmente. Aumentando a zona de contacto.

Drosera Capensis e Rotundifolia
Estas duas espécies são as mais facilmente encontradas em cultura.

Drosera Capensis
Esta planta é originária da africa do sul (do Cabo). Planta Coma tonalidade vermelha muito suave nas extremidades dos pelos, onde encontramos as gotículas que colam o insecto à planta.

Planta vivace de 20 a 30 cm com longas folhas dispostas em roseta.
A flor está disposta num "caule" que pode chegar a 30 cm. De uma cor lilás ou rosa.

Coloque sempre que possível esta planta ao sol directo, no exterior durante o verão. A Capensis irá colorir-se em tons de vermelho e as gotículas brilham ao sol como orvalho.

Drosera Rotundifolia
Com folhas redondas e não alongadas como a capensis, esta planta carnívora é a mais difundida no mundo.
Desde Ásia, América do norte ou mesmo Europa. Cresce com solos muito ácido e na presença de esfagno.

Esta planta forma uma roseta como a capensis, mas com as extremidades das folhas circulares.
Com 2 a 5 cm, estas folhas circulares permitem a captura dos insectos, levando os depois à gandulas digestivas no centro da planta.
Com flores bancas em forma de cacho, produzidas no verão e com um caule que se eleva até 20 cm do solo